A recente tentativa de assassinato contra Donald Trump é mais um reflexo preocupante de um padrão que tem se repetido globalmente, principalmente contra figuras políticas conservadoras. O incidente, ocorrido em seu campo de golfe no Trump International Golf Club, revela a gravidade da situação: tiros disparados, um suspeito que fugiu e um carro abandonado contendo uma AK-47, uma GoPro e equipamentos de sniper. Esses detalhes mostram claramente a intenção de eliminar o ex-presidente, mas a grande mídia, com exceção de canais como a Fox News, se mantém em silêncio, como se nada tivesse acontecido.
O mais perturbador é que, mesmo após esse evento chocante, Trump não tem conseguido espaço para discutir publicamente essa tentativa de assassinato, nem mesmo durante debates presidenciais. Sempre que tenta abordar o tema, é cortado imediatamente, o que levanta uma série de questionamentos sobre o comprometimento da mídia em relatar os fatos de forma imparcial.
Esse não é um incidente isolado. Há dois meses, outro atentado foi feito contra Trump, onde um tiro passou a milímetros de sua cabeça, atingindo sua orelha. Novamente, a grande mídia fez vista grossa, praticamente ignorando o ocorrido. É no mínimo curioso que as tentativas de violência política, quase sempre direcionadas a líderes conservadores, sejam negligenciadas pela imprensa, enquanto figuras de esquerda recebem ampla cobertura midiática, independentemente da gravidade das situações.
Essa postura levanta dúvidas sobre o papel que a mídia desempenha na construção de narrativas e no controle da informação. Para a esquerda, Trump e seus apoiadores são constantemente retratados como os vilões, os violentos, os "inimigos da democracia." No entanto, é Donald Trump quem, repetidamente, se vê como alvo de tentativas de assassinato, algo que contradiz completamente a narrativa de que os conservadores são os autores de violência política.
Essa situação não se limita aos Estados Unidos. No Brasil, por exemplo, testemunhamos algo semelhante com o ex-presidente Jair Bolsonaro, que sofreu uma tentativa de assassinato durante a campanha eleitoral de 2018. A reação da mídia foi igualmente tímida e, em alguns casos, até duvidosa, com teorias de que o ataque não foi tão grave quanto parecia. É como se, quando a vítima é de direita, o fato perde relevância.
É hora de refletirmos seriamente sobre o estado atual da política e do jornalismo global. Como chegamos a um ponto onde tentativas de assassinato são ignoradas pela mídia simplesmente por não se alinharem com sua agenda política? E, ainda mais preocupante, por que o debate público não permite que essas questões sejam discutidas abertamente?
A resposta pode estar na própria essência do sistema que a esquerda tenta manter a qualquer custo: o controle da narrativa. Quando não conseguem vencer seus oponentes nas urnas ou pelo aparelho judicial, partem para métodos mais extremos, como assassinatos. E, quando isso falha, contam com a cumplicidade de uma mídia que prefere silenciar sobre esses eventos em vez de reportá-los.
O caso de Donald Trump é mais um exemplo claro desse padrão de perseguição e silenciamento. Mesmo diante de provas concretas de que sua vida está sob constante ameaça, ele enfrenta uma mídia que tenta, a todo custo, apagá-lo do cenário político. Mas, como o próprio Trump afirmou após o incidente: "Nada vai me desacelerar. Eu nunca vou me render."
O que podemos esperar daqui para frente? Se a tendência continuar, figuras políticas conservadoras ao redor do mundo, incluindo aqui no Brasil, precisam estar cada vez mais alertas e preparadas. O ambiente político global está mais tenso e perigoso do que nunca. Contudo, o verdadeiro absurdo é que, enquanto os conservadores precisam lutar pela própria sobrevivência, são retratados como os vilões. Algo precisa mudar, e rápido. Caso contrário, continuaremos testemunhando tentativas de assassinato e a mídia fingindo que nada aconteceu.
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