Meus amigos, parece que o Brasil, como o conhecíamos, realmente acabou. O que antes era uma nação vibrante, com espaço para o debate e a diversidade de opiniões, está rapidamente se tornando um Turcomenistão ou Irã moderno. A liberdade de expressão, um pilar essencial de qualquer democracia, foi declarada perigosa para o Brasil. E, ironicamente, foi o próprio Supremo Tribunal Federal (STF) quem selou esse destino.
A decisão de banir o Twitter no Brasil, uma plataforma crucial para o exercício da liberdade de expressão, não foi um ato isolado. Alexandre de Moraes, conhecido por suas decisões controversas, montou uma verdadeira armadilha judicial para garantir que sua ação fosse respaldada pelo STF, e assim, blindar-se das críticas de autoritarismo.
Moraes foi astuto. Ele tomou a decisão monocrática de suspender o Twitter, mas em seguida, jogou essa decisão para ser votada pelos seus pares da Primeira Turma do STF. E aqui, ele mostrou seu verdadeiro gênio estratégico: a Primeira Turma, composta por cinco ministros, é presidida por ele mesmo. Com aliados estratégicos, como Carmen Lúcia, Luiz Fux, Cristiano Zanin e Flávio Dino, a decisão foi praticamente garantida antes mesmo de ser votada.
Vamos entender o jogo: Carmen Lúcia, que já votou a favor da censura prévia, Luiz Fux, conhecido por seu apoio fervoroso a Lula, Cristiano Zanin, advogado pessoal de Lula, e Flávio Dino, o comunista de carteirinha do governo. Essa é a Primeira Turma do STF, ou como prefiro chamar, o "grupo de uma organização criminosa". Talvez sejam as duas coisas ao mesmo tempo.
Quando a decisão foi jogada para essa turma, o resultado já estava decidido. Não foi uma surpresa quando a maioria se formou rapidamente para manter a censura. E é aqui que mora o perigo: a censura foi institucionalizada de forma escancarada, à plena luz do dia, com os votos daqueles que deveriam garantir a nossa liberdade de expressão e os direitos constitucionais.
Moraes, no entanto, não é apenas astuto, é um mestre em manipulação narrativa. Ao jogar a decisão para a Primeira Turma, ele conseguiu criar a ilusão de que sua decisão não foi autoritária ou individual. Não, afinal, seus "pares" corroboraram com sua decisão. Foi um ato "coletivo", respaldado por uma maioria, e não uma imposição de um único homem.
Mas o que realmente me deixa inquieto é a forma como essa votação ocorreu. Foi um voto virtual. Isso significa que cada ministro, em sua confortável sala, apertou um botão em seu celular, sem precisar explicar, defender ou debater seu voto. A população brasileira não viu nada disso acontecendo. A censura foi implementada de forma oficial, silenciosa, por um simples toque de dedo.
E por que essa pressa toda? Simples: evitar qualquer chance de um voto divergente. Se Carmen Lúcia ou Luiz Fux, por algum milagre, decidissem votar contra, a narrativa poderia desmoronar. Então, Moraes e sua turma garantiram que tudo acontecesse logo pela manhã, antes que qualquer hesitação pudesse causar um efeito dominó.
Estamos vendo a censura ser implementada em pleno século XXI, em um país que, até pouco tempo atrás, se orgulhava de sua democracia vibrante. Hoje, a narrativa é outra: para salvar a democracia, precisamos destruir a liberdade de expressão. Parece absurdo, mas é exatamente isso que está acontecendo. E se você ousar questionar, será rotulado como golpista, racista, e incitador de discurso de ódio.
O Brasil está se tornando um Turcomenistão moderno, seguindo os passos de regimes totalitários como o Irã, Myanmar, Turcomenistão, Cuba, Venezuela, e Coreia do Norte. A justificativa? Proteger a democracia, claro. Porque, afinal de contas, não há nada mais perigoso para uma democracia do que a liberdade de expressão.
Se você ainda tem a liberdade de pensar e falar, faça isso enquanto pode. Porque, no ritmo em que estamos indo, até isso pode se tornar um crime em breve. Reflita sobre isso, mas cuidado: pensar demais pode te levar para a cadeia.

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