O regime do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cada vez mais comparado à Venezuela, está dando passos alarmantes rumo à expropriação de propriedades e confisco de recursos financeiros dos cidadãos brasileiros. Recentemente, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, anunciou que o governo está estudando medidas legais para confiscar terras de proprietários responsáveis por incêndios florestais criminosos. Este movimento segue a inspiração na lei que confisca terras de quem explora trabalho análogo à escravidão, ampliando o escopo para incluir os incêndios criminosos.
Silva, que surgiu após uma ausência notável na mídia, apresentou o plano como uma necessidade para combater o aumento dos incêndios no país, que se espalharam pela Amazônia, Pantanal, Cerrado e até mesmo áreas como interior de São Paulo. A proposta envolve endurecer as penas para crimes ambientais, mas o que mais preocupa é a possível aplicação de medidas extremas, semelhantes às adotadas na Venezuela, para confiscos e expropriações de propriedades.
Além disso, o governo deu um passo ainda mais preocupante na madrugada de hoje, ao tentar, através de uma votação no Congresso, expropriar 8 bilhões de reais e confiscar 12 bilhões de reais dos depósitos bancários dos cidadãos. Esse movimento ocorreu às 1h49 da madrugada, demonstrando um claro desrespeito pela transparência e pelos direitos dos contribuintes.
A votação, com o apoio dos deputados Artur Lira e Rodrigo Pacheco, tentava expropriar uma quantia significativa dos depósitos esquecidos e dos recursos judiciais, alegando a necessidade de cobrir dívidas do governo com municípios e setores diversos. Essa medida não só infringe o sigilo bancário, mas também revela uma tentativa desesperada de arrecadar fundos para cobrir déficits, sem considerar os direitos dos cidadãos afetados.
No dia 10 de setembro, o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou que os bancos compartilhassem informações sobre transações eletrônicas com os estados, uma decisão que intensifica a vigilância sobre as finanças dos brasileiros e aumenta o risco de abuso de poder. O Banco Central também sugeriu a rejeição de uma proposta que permitiria ao governo se apropriar de valores esquecidos nos bancos, apontando para uma intenção de confisco mais ampla e sistemática.
Esse movimento para apropriar-se de recursos esquecidos e depósitos judiciais é alarmante e reflete um padrão de comportamento autoritário. O governo está agindo rapidamente e em segredo, explorando brechas legais para implementar medidas que podem ter um impacto devastador sobre a propriedade privada e a economia pessoal.
Diante desses acontecimentos, é crucial que os brasileiros se mantenham informados e vigilantes. Compartilhem essas informações com seus contatos e verifiquem se possuem valores esquecidos nos bancos antes que o governo consiga apropriar-se deles. A resistência e a mobilização da sociedade são essenciais para defender nossos direitos e proteger nossa liberdade contra as crescentes ameaças de confisco e expropriação.
Não se deixe enganar pelo discurso de necessidade pública. O que está em jogo é muito mais do que apenas dinheiro; é a nossa liberdade e a nossa capacidade de proteger nossos bens e recursos contra abusos de poder. Fique atento, compartilhe e mantenha-se engajado na luta pela preservação dos direitos individuais e da democracia.
Nenhum comentário:
Postar um comentário