A atuação de Alexandre de Moraes tem atraído os olhares internacionais por uma série de razões. Desde o cerceamento da liberdade de expressão até a perseguição de opositores políticos, o Brasil, outrora considerado uma democracia sólida, agora flerta abertamente com práticas que lembram regimes autoritários. O uso do STF como uma ferramenta para calar vozes dissonantes coloca o país num patamar de descrédito em relação ao respeito aos direitos humanos e à Constituição. Países como a Venezuela e a Coreia do Norte já eram vistos como exemplos de ditaduras escancaradas; agora, o Brasil parece se juntar a essa lista infame.
No entanto, o maior responsável por essa nova "fama" do Brasil no exterior é o presidente Lula. Já conhecido mundialmente por sua trajetória marcada por corrupção e escândalos, ele agora eleva o país a novos níveis de embaraço. Lula tem se destacado como um apoiador aberto de regimes ditatoriais e figuras condenadas por crimes contra a humanidade, como Vladimir Putin, da Rússia, e Xi Jinping, da China. O presidente brasileiro insiste em se alinhar a esses líderes, em vez de buscar alianças com nações democráticas e que respeitam os direitos fundamentais.
Recentemente, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, mais uma vez criticou duramente Lula, questionando por que o Brasil, que se autodenomina uma democracia, insiste em apoiar ditaduras. A crítica veio à tona após Lula tentar mediar um tratado de paz entre a Rússia e a China, sem sequer consultar a Ucrânia — o país invadido no conflito. A proposta de paz, costurada por Lula, soa como um verdadeiro desrespeito à soberania ucraniana. O cúmulo foi a sugestão absurda de que a Ucrânia deveria entregar a Crimeia à Rússia, uma ideia que, como Zelensky ironizou, seria equivalente a sugerir que o Brasil entregasse o Rio de Janeiro aos Estados Unidos.
Essas decisões e atitudes imprudentes do presidente brasileiro não apenas envergonham o país, mas também levantam sérias questões sobre o futuro das relações internacionais do Brasil. Enquanto o mundo assiste incrédulo, o Brasil perde credibilidade e se afunda cada vez mais numa rede de escândalos, corrupção e má gestão. E isso nem sequer inclui as crises internas, como o recorde de queimadas na Amazônia e no Pantanal, o colapso dos direitos humanos e o crescente número de mortes entre os Yanomamis.
No cenário interno, a situação não é menos catastrófica. O governo parece estar imerso em uma série de escândalos, que vão desde ministros envolvidos em denúncias de corrupção até a aprovação de medidas que beiram o confisco dos bens dos cidadãos. O Brasil, que já enfrenta uma crise econômica grave, agora tem de lidar com a destruição de suas instituições e o desrespeito constante à Constituição, tudo sob o olhar complacente de um Senado que não toma medidas contra essas arbitrariedades.
Enquanto isso, a maioria dos brasileiros parece anestesiada diante de tantas crises simultâneas. Mas, no exterior, o Brasil já é visto como uma vergonha internacional, um país que, outrora promissor, se junta ao grupo das nações que desrespeitam os direitos humanos e as liberdades fundamentais. Fazer o "L", como muitos celebraram, trouxe consigo a amarga realidade de que o Brasil, sob Lula, caminha para um abismo cada vez mais profundo.
Para aqueles que escolheram essa realidade, parabéns. O Brasil está, de fato, em destaque mundial — mas não da maneira que esperávamos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário