Em um incidente alarmante ocorrido em São Bernardo do Campo no dia 4 de outubro, uma mulher foi abordada por dois criminosos armados enquanto estava em um carro da equipe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. O ataque, que ocorreu próximo à escola Estadual Dr. João Firmino Correia de Araújo, onde o presidente costuma votar, evidencia um problema que assola o Brasil: a sensação de impunidade e o crescimento da criminalidade.
Os assaltantes, armados com revólveres, roubaram não apenas o veículo, um Volkswagen T-Cross, mas também pertences pessoais da motorista e da equipe, incluindo celulares, um notebook e equipamentos de segurança. Esse ato não é apenas um crime isolado, mas um reflexo de uma estrutura de segurança pública fragilizada e de um governo que parece optar por um tratamento brando para com os criminosos.
No Brasil, poucos entendem tão bem o Código Penal quanto os próprios criminosos. Como investidores que analisam riscos e vantagens, eles interpretam as leis e sanções, utilizando o Código Penal como um guia que destaca os riscos de seus atos. Assim, a percepção de impunidade, exacerbada pela morosidade do sistema judicial e pelas brechas legais, leva muitos a acreditar que os benefícios do crime superam os custos de serem apanhados. O paradoxo é que o Código Penal, que deveria combater a criminalidade, acaba por incentivá-la.
A atual administração, sob o governo de Lula, tem adotado políticas que favorecem a leniência com os criminosos, enquanto a população é privada dos meios de se proteger. A desarmamentação da sociedade, aliada a uma estrutura de segurança pública desorganizada, cria um ambiente propício para o aumento da criminalidade. O governo parece ignorar a realidade do crime, e as declarações de figuras proeminentes reforçam essa impressão. O tratamento que a esquerda dá ao crime, baseado na visão marxista de luta de classes, promove a ideia de que os criminosos são vítimas da sociedade.
As políticas de segurança pública do governo petista não apenas falham em proteger os cidadãos, mas também oferecem um caminho de impunidade para criminosos de colarinho branco e para a corrupção sistêmica. O resultado é um ciclo vicioso de impunidade que se perpetua, normalizando a violência e fortalecendo os criminosos. A leniência do sistema e a falta de ação contundente em relação ao crime criam um cenário em que a população se torna cada vez mais vulnerável.
É importante reconhecer que a segurança deve ser vista como uma questão de autossuficiência e liberdade individual. Cada cidadão deve ter o direito de se proteger e de contratar serviços de segurança, se assim desejar. O desarmamento da população e as políticas que favorecem a impunidade do Estado subvertem um princípio básico da liberdade: o direito à autodefesa. Quando o governo não busca romper o ciclo de violência e criminalidade, a sociedade se vê diante de uma realidade sombria.
O episódio do roubo à equipe presidencial não é um caso isolado, mas sim mais um sinal de que o monopólio estatal sobre a violência se tornou um arranjo conveniente entre o Estado e os criminosos. Em última análise, é preciso questionar até onde estamos dispostos a aceitar essa realidade. Para reverter esse cenário, é fundamental que a população se mobilize em busca de seus direitos, reconhecendo que a liberdade individual e a proteção da propriedade são essenciais para a construção de uma sociedade mais justa e segura.
Conclusão: O Brasil enfrenta um dilema complexo em relação à criminalidade e à segurança pública. O ciclo de impunidade, alimentado pela leniência do governo e pela desarmamentação da população, precisa ser quebrado. Somente por meio da valorização da liberdade individual e do direito à autodefesa poderemos começar a enfrentar essa realidade sombria e construir um futuro mais seguro para todos.
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