quarta-feira, 25 de setembro de 2024

Nike vai na contramão da lacração e exalta a competitividade no esporte


Olá, bem-vindos ao café Opinativo.FM, sua fonte de informações descentralizadas e distribuídas. Hoje vamos falar sobre um movimento inesperado vindo de uma das maiores marcas do mundo: a Nike.

Recentemente, a gigante esportiva lançou um comercial que chocou os justiceiros sociais e feriu sensibilidades. Ao invés de exaltar a inclusão, o comercial celebra a competitividade, uma característica central do esporte. No anúncio, vemos grandes atletas performando lances incríveis, acompanhados por uma narração cortante de William Dafoe, ator conhecido por seus papéis sombrios e psicopáticos. O texto da narração, que vai direto ao ponto, chega a ser rude:

“Serei eu uma pessoa ruim? Eu sou egoísta, bitolado, insensível. Não tenho empatia, remorso, sou obcecado por poder. Acha que isso me faz uma pessoa ruim?”

Com a gargalhada de Dafoe no fundo, a mensagem final surge em letras garrafais vermelhas: “Vencer não é para todos”. E é aí que a Nike deixa claro: quem está assistindo, provavelmente não faz parte desse seleto grupo de vencedores.

O Comercial e a Rejeição à Cultura Woke

Esse comercial da Nike não é um simples anúncio, mas um símbolo da mudança de direção no discurso das grandes marcas. Indo na contramão das Olimpíadas de Paris, marcadas pelo discurso de inclusão e representatividade, a Nike opta por exaltar a competitividade acima de tudo. Isso vai contra o que muitos movimentos sociais contemporâneos pregam, especialmente os que buscam forçar uma inclusão que, muitas vezes, desrespeita os próprios princípios do esporte.

A crítica à cultura “woke” — que promove justiça social, inclusão forçada e o politicamente correto — não é novidade. Nos últimos anos, temos visto uma rejeição crescente a essa tendência, tanto no mundo dos esportes quanto no entretenimento. Basta olharmos para os grandes sucessos de bilheteria dos últimos anos. Em 2022, o filme mais assistido foi Top Gun: Maverick, cheio daquela “masculinidade tóxica” tão criticada. Em 2023, Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo ganhou o Oscar, mas com clara desaprovação do público, mesmo sendo uma boa obra. Ainda assim, promovia pautas politicamente corretas, como a inclusão de minorias raciais e sexuais, o que afastou muitos espectadores.

As Marcas Abandonando o Lacre

Além da Nike, outras grandes marcas começaram a perceber que seguir a cartilha da lacração não resulta em lucros. Um exemplo notável é a Victoria’s Secret. Em 2021, a marca cometeu o erro de patrocinar Megan Rapinoe, jogadora de futebol feminina e defensora da equiparação salarial entre homens e mulheres no esporte. Rapinoe acusou a marca de sexismo e exigiu mudanças. Victoria’s Secret cedeu, abandonou suas famosas “Angels” e lançou uma linha de peças mais discretas. O resultado? Uma queda de 5% no faturamento.

Martin Waters, o então CEO da empresa, foi honesto ao admitir que a inclusão forçada não trouxe retorno financeiro. Como ele disse, "o novo marketing não foi suficiente para vencer". Isso porque, tanto as mulheres, que são o público-alvo da marca, quanto os homens que compram para suas parceiras, preferem as peças que celebram a sensualidade e a feminilidade, algo que a marca abandonou temporariamente.

Quem Lacra Não Lucra

A máxima “quem lacra, não lucra” já se provou verdadeira. Um dos maiores sucessos de bilheteria de 2024 é o novo Deadpool, cheio de porrada e humor old school, que não se preocupa em agradar os justiceiros sociais. Além de ser o filme com maior bilheteria para uma classificação indicativa 18+, ele prova que o público está saturado da inclusão forçada e quer entretenimento de qualidade, sem politicagem.

Assim como no cinema, o mundo dos esportes também está rejeitando as pautas do politicamente correto. As novas regras para o Oscar, que exigem 20% de minorias no elenco para concorrer ao prêmio, são um exemplo de como forçar diversidade está matando a originalidade e a qualidade das produções. Nos esportes, a obrigatoriedade dos clubes de futebol manterem times femininos também é uma imposição que traz prejuízos, já que o público simplesmente não consome esses jogos com a mesma intensidade.

O Consumidor Decide

Por mais que tentem forçar a inclusão no esporte e no cinema, o consumidor ainda tem a palavra final. Como disse o economista Ludwig von Mises: "No final, é sempre o consumidor quem decide". Isso vale para as marcas, para os filmes e para qualquer outro setor. Se as empresas querem lucrar, elas precisam entender o que o público realmente quer, e não o que uma minoria barulhenta exige.

No esporte, o que realmente atrai o público são os feitos extraordinários. Queremos ver atletas superando seus limites, fazendo o impossível. No entretenimento, queremos boas histórias, não sermões disfarçados de filmes ou comerciais. Por isso, a cultura “woke” está fadada ao fracasso. Ela ignora as preferências da maioria, promove divisões e força pautas que nem sempre fazem sentido.

Conclusão: O Fim da Lacração Está Próximo

O comercial da Nike é um marco simbólico dessa mudança. Ele reconhece o que o esporte realmente representa: a busca pela excelência, pela vitória, pela superação pessoal. E sim, vencer não é para todos. Mas é isso que torna o esporte tão fascinante. A rejeição à cultura “woke” e à inclusão forçada só tende a crescer, à medida que o público cansado busca por qualidade e autenticidade.

Esse foi mais um artigo do café Opinativa.FM, narrado por Gordinho Caipira. Se você gostou, deixe seu like, compartilhe com seus amigos e se inscreva no canal. Até a próxima!

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